quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Aquele abraço (Sonho)
Conhecer alguém que a gente logo se identifica é raro
Em uma semana parece impossível, difícil, caro
Mas de repente aconteceu
Uma ligação, um apreço
Amizade que não tem preço
E hoje eu pareço
acreditar que foi sonho
Um sonho do qual eu não queria ter acordado
Mas uma hora a gente ouve o despertador
Rola na cama, tenta voltar
Mas fracassa ao despertar
Logo só restam lembranças
daquela semana
aquela semana
Aqueeeeela semana
Sentimento forte, cartas, palavras
Um amor único, violento
entre um, dois, quatro
A distância foi nosso lamento
Foi ato, fato
A volta seria um recomeço
Mas não foi assim que aconteceu
O que te fez afastar?
Ela? Eu?
O que te afastou de nós?
QUEM te afastou de nós?
É difícil entender
Só me resta parar aqui, escrever
E pedir uma chance
pra ficarmos cara a cara
e enfim, esclarecer.
Meses se passaram
e não conseguimos sentir raiva
apenas saudade
daquele abraço
Aquele abraço
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Um pouco de Ágape
Ninguém nasce odiando outra pessoa
pela cor da sua pele,
ou por sua origem, ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender,
e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar,
pois o amor chega mais naturalmente
ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode
ser oculta, jamais extinta.
(Nelson Mandela)
O ódio é uma forma mesquinha de resolver os conflitos.
(Pe. Marcelo Rossi)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Então é NATAL ♪
Aaaaaaaaaah, o Natal!
Época especial onde tudo que nos parece simples passa a importar mais. Que bom se todo dia fosse Natal.
Tempo de repensar nossa vida, de nos harmonizar com nós mesmos e com as pessoas que mais amamos.
Sem esquecer do real significado, do nascimento de Jesus Cristo, somos guiados por esse "espírito natalino" que nos cerca: iluminação, festa, presentes, ceia, todas aquelas coisas gostosas.. hehehe
A você que está lendo, desejo que seu Natal seja MARAVILHOSO!
A quem não está lendo, também.
(Pois os amigos mais queridos sabem de tudo de bom que eu desejo, sem precisar ler esse post. E que apenas lembrar de mim nessa data JÁ É UM PRESENTE.)
Desejo muita felicidade, paz.. saúde.. AMOR.. que vc possa passar essa data ao lado de pessoas especiais, pois isso é o que importa hoje.
FELIZ NATAL A TODOS!
ah! aceito presentes! rsrs
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Av3 Maria, cheia de graça - parte 2
Depois do desespero de domingo, a segunda e a terça não podiam ser diferentes. Livros bons ao meu lado me fizeram querer LER. Ler TUDO, menos a matéria. Minha mente encontrava-se num momento incapaz de registrar todos aqueles textos, artigos, leis... e eu que fugia de DIREITO...
Mas não tinha jeito, eu teria que ler pelo menos a matéria das aulas 1 a 9, que eram exatamente o que ia cair na prova.
Pois é.. só pra constar, eu tirei 4,5 na av1 dessa diciplina, que somados a 1 ponto de participação, me renderam 5,5 pontos na média. A média é 6.. por meio ponto, perdi meu sossego.
E na av2, sem nenhum ponto de participação (meu computador não me ajudava em momento algum, só descobri a data da prova um dia antes, mas Graças a Deus consegui remarcar), tirei 5,5. Sim, a mesma nota. Parece que me prendo a esse número.. #medo
Enfim, a matéria que mais me deu pontos foi a de av2. E a matéria da av3 é exatamente a que menos me deu pontos, a de av1. Legal, né?
Preciso de 6,5 pra passar. 6,5 numa prova onde cada questão passa a valer 1 ponto. Prova de múltipla escolha, ou seja, não tem meio termo, nem meio ponto: Ou você acerta, ou você erra. E se ferra.
A "sorte" é que não poderei tirar 5,5 de novo, já q não tem meio ponto agora. Espero que isso me ajude.
Na segunda-feira eu tive que ir ao Norte Shopping resolver algumas coisas, e isso me impediu de fazer o famoso ritual de "ler o texto no trem". No ônibus eu não consigo ler, não tem jeito. Fico tonto, me faz mal. Menos tempo pra estudar. Do shopping, pego o ônibus para outro shopping. Eu iria até a facul. Mas, pronto pra descer, vejo minha amiga Shay vindo em direção do ônibus e decido continuar nele.
Terça. Decido comprar nesse dia o meu ingresso pra gravação do DVD da Pitty, que será no dia 18 (sábado), no Circo Voador. Já que os quiosques Americanas suspenderam a venda dos ingressos do site ingresso.com, e eu não tinha como comprar pelo site ou pelo telefone, o jeito era ir até a Lapa. A preguiça bateu, mas fazer o quê?
O fato é que eu teria mais tempo para ler, pois não desceria na estação que costumava descer, e sim na Central. Isso me ajudou bastante. Comecei a compreender melhor a matéria, mas será que era suficiente?
Sabe quando você precisa fazer uma coisa e "o mundo conspira contra você"?
Vamos à minha quarta-feira.
Começo o dia tentando resolver o problema do meu computador, que resolveu implicar comigo um dia antes, só pra variar. As mensagens "Disco corrompido", "arquivo ilegível", "arqy8989058", "FALHA NO RECEBIMENTO DO ARQUIVO Tentativa de stand up comedy.doc", "não é possível excluir o arquivo", "não é possível mover o arquivo", "não é possível copiar o arquivo", "só é possível 'fuder' seu arquivo" dominaram minha tela. Tá, essa última é mentira.. e a sequência "arqy8989058" foi inventada. Mas o que importa, dão sempre números que você pergunta, "pra que serve?"...
Aliás, Tatiana Ribeiro, em seu livro "Que Deus não me ouça", também conta um pouco de suas experiências negativas com computador. (E outras coisas que também irritam demais. - Muito bom o livro, comprem, vale a pena.)
Depois desse "merchan", volto ao meu drama.
Perdi tempo com o computador, eu precisava pegar umas anotações que fiz sobre a matéria, e nada me ajudava. Dali a poucas horas, eu teria que fazer a prova. Pego aquela "infinidade" de textos pra ler rapidamente, tentando absorver o máximo de informações possíveis. No trem, na rua, a caminho da facul, no shopping, no elevador, no "fumódromo", na biblioteca, nos corredores a caminho do laboratório de informática... No desespero, qualquer cantinho serve pra estudar.
Entro na sala e o monitor pergunta: "AV2 ou AV3"? No susto, quase pergunto: "Era av3, mas posso fazer a av2 de novo? Assim não preciso da última."
Sabe tudo aquilo que eu lembrava e que me enchia de confiança, questões que eu com certeza acertaria na prova?
Pois é, NADA disso caiu no meu atestado de óbito online, digo, prova.
Das 10 questões, só 3 (sim, T-R-Ê-S) eu tenho certeza que acertei. Tô ferrado? Eu precisava acertar 7 questões.
Termino de clicar nas respostas, releio e mudo as opções. tava quase indo na "sorte". Espero que seja sorte mesmo.
No fim, apenas EU fazendo prova. Eu insistia em ler uma questão, que por causa de uma palavra, poderia até me reprovar. Perguntei ao professor que estava na sala (ele podia, assim como eu, não entender a matéria, mas ajudaria muito se soubesse o significado da palavra.) Após dizer o que ACHAVA, resolvi clicar na questão que mais se aproximava de sua opinião. E então: BREU. A luz do shopping se apaga por alguns segundos. E lá vai o professor, ligando todos os computadores de novo...
E ainda soltei um "Ferrou, perdi minha prova", que foi confortado por um "Fica tranquilo, as questões estão salvas, é só você confirmar", dito pelo professor (que também era o monitor quando eu fiz a av2 dessa "bendita" disciplina).
Assim que o computador acaba de ligar (coloca uns 10 minutos aí), volto pro ritual, clicar no navegador, digitar matrícula, senha.. bla bla blá...
Confiro se as questões permanecem com as respostas que eu cliquei. Ajeito a questão que faltava. Desisto de tentar olhar essa e as outras novamente. Seja o que Deus quiser.
Clico em "Finalizar prova", depois digito o código de confirmação, com 4 caracteres, e clico em "sair". É quando a luz "pisca" de novo e, dois segundos depois de voltar, cai de vez.
O shopping inteiro sem luz. Só o shopping. Fico twittando pelo celular, sem saber o que fazer, pra onde ir. Meus caracteres ultrapassam o número 140 e são trocados por reticências. Professores parados, provas adiadas. Tédio total. Fiquei lá por umas 2 horas (ou mais, sei lá). A foto abaixo, que tirei no momento, ilustra essa "falta do que fazer" das pessoas. E elas continuam entrando no shopping. Querem comprar o quê? Lanterna? Velas? Procure lá fora.
Mas não tinha jeito, eu teria que ler pelo menos a matéria das aulas 1 a 9, que eram exatamente o que ia cair na prova.
Pois é.. só pra constar, eu tirei 4,5 na av1 dessa diciplina, que somados a 1 ponto de participação, me renderam 5,5 pontos na média. A média é 6.. por meio ponto, perdi meu sossego.
E na av2, sem nenhum ponto de participação (meu computador não me ajudava em momento algum, só descobri a data da prova um dia antes, mas Graças a Deus consegui remarcar), tirei 5,5. Sim, a mesma nota. Parece que me prendo a esse número.. #medo
Enfim, a matéria que mais me deu pontos foi a de av2. E a matéria da av3 é exatamente a que menos me deu pontos, a de av1. Legal, né?
Preciso de 6,5 pra passar. 6,5 numa prova onde cada questão passa a valer 1 ponto. Prova de múltipla escolha, ou seja, não tem meio termo, nem meio ponto: Ou você acerta, ou você erra. E se ferra.
A "sorte" é que não poderei tirar 5,5 de novo, já q não tem meio ponto agora. Espero que isso me ajude.
Na segunda-feira eu tive que ir ao Norte Shopping resolver algumas coisas, e isso me impediu de fazer o famoso ritual de "ler o texto no trem". No ônibus eu não consigo ler, não tem jeito. Fico tonto, me faz mal. Menos tempo pra estudar. Do shopping, pego o ônibus para outro shopping. Eu iria até a facul. Mas, pronto pra descer, vejo minha amiga Shay vindo em direção do ônibus e decido continuar nele.
Terça. Decido comprar nesse dia o meu ingresso pra gravação do DVD da Pitty, que será no dia 18 (sábado), no Circo Voador. Já que os quiosques Americanas suspenderam a venda dos ingressos do site ingresso.com, e eu não tinha como comprar pelo site ou pelo telefone, o jeito era ir até a Lapa. A preguiça bateu, mas fazer o quê?
O fato é que eu teria mais tempo para ler, pois não desceria na estação que costumava descer, e sim na Central. Isso me ajudou bastante. Comecei a compreender melhor a matéria, mas será que era suficiente?
Sabe quando você precisa fazer uma coisa e "o mundo conspira contra você"?
Vamos à minha quarta-feira.
Começo o dia tentando resolver o problema do meu computador, que resolveu implicar comigo um dia antes, só pra variar. As mensagens "Disco corrompido", "arquivo ilegível", "arqy8989058", "FALHA NO RECEBIMENTO DO ARQUIVO Tentativa de stand up comedy.doc", "não é possível excluir o arquivo", "não é possível mover o arquivo", "não é possível copiar o arquivo", "só é possível 'fuder' seu arquivo" dominaram minha tela. Tá, essa última é mentira.. e a sequência "arqy8989058" foi inventada. Mas o que importa, dão sempre números que você pergunta, "pra que serve?"...
Aliás, Tatiana Ribeiro, em seu livro "Que Deus não me ouça", também conta um pouco de suas experiências negativas com computador. (E outras coisas que também irritam demais. - Muito bom o livro, comprem, vale a pena.)
Depois desse "merchan", volto ao meu drama.
Perdi tempo com o computador, eu precisava pegar umas anotações que fiz sobre a matéria, e nada me ajudava. Dali a poucas horas, eu teria que fazer a prova. Pego aquela "infinidade" de textos pra ler rapidamente, tentando absorver o máximo de informações possíveis. No trem, na rua, a caminho da facul, no shopping, no elevador, no "fumódromo", na biblioteca, nos corredores a caminho do laboratório de informática... No desespero, qualquer cantinho serve pra estudar.
Entro na sala e o monitor pergunta: "AV2 ou AV3"? No susto, quase pergunto: "Era av3, mas posso fazer a av2 de novo? Assim não preciso da última."
Sabe tudo aquilo que eu lembrava e que me enchia de confiança, questões que eu com certeza acertaria na prova?
Pois é, NADA disso caiu no meu atestado de óbito online, digo, prova.
Das 10 questões, só 3 (sim, T-R-Ê-S) eu tenho certeza que acertei. Tô ferrado? Eu precisava acertar 7 questões.
Termino de clicar nas respostas, releio e mudo as opções. tava quase indo na "sorte". Espero que seja sorte mesmo.
No fim, apenas EU fazendo prova. Eu insistia em ler uma questão, que por causa de uma palavra, poderia até me reprovar. Perguntei ao professor que estava na sala (ele podia, assim como eu, não entender a matéria, mas ajudaria muito se soubesse o significado da palavra.) Após dizer o que ACHAVA, resolvi clicar na questão que mais se aproximava de sua opinião. E então: BREU. A luz do shopping se apaga por alguns segundos. E lá vai o professor, ligando todos os computadores de novo...
E ainda soltei um "Ferrou, perdi minha prova", que foi confortado por um "Fica tranquilo, as questões estão salvas, é só você confirmar", dito pelo professor (que também era o monitor quando eu fiz a av2 dessa "bendita" disciplina).
Assim que o computador acaba de ligar (coloca uns 10 minutos aí), volto pro ritual, clicar no navegador, digitar matrícula, senha.. bla bla blá...
Confiro se as questões permanecem com as respostas que eu cliquei. Ajeito a questão que faltava. Desisto de tentar olhar essa e as outras novamente. Seja o que Deus quiser.
Clico em "Finalizar prova", depois digito o código de confirmação, com 4 caracteres, e clico em "sair". É quando a luz "pisca" de novo e, dois segundos depois de voltar, cai de vez.
O shopping inteiro sem luz. Só o shopping. Fico twittando pelo celular, sem saber o que fazer, pra onde ir. Meus caracteres ultrapassam o número 140 e são trocados por reticências. Professores parados, provas adiadas. Tédio total. Fiquei lá por umas 2 horas (ou mais, sei lá). A foto abaixo, que tirei no momento, ilustra essa "falta do que fazer" das pessoas. E elas continuam entrando no shopping. Querem comprar o quê? Lanterna? Velas? Procure lá fora.
Just a little bit of CHAOS. ♪
domingo, 5 de dezembro de 2010
Av3 Maria, cheia de graça
Domingo à tarde. Calor de muitos graus. Meu desespero aumenta a cada instante. Na quarta-feira, farei minha prova de AV3. Disciplina: Ética e Legislação em Publicidade. Tão bom saber (sim, tô sendo muito, MUITO irônico) que eu preciso de 6,5 pra passar. Tirar 6,5 como, se até agora, só o que eu consegui foi tirar 5,5? Já tentei duas vezes. (Duas AVs)
Pego a matéria impressa, que está dividida em 4 partes, e planejo ler uma a cada dia, até o dia da prova. O dia em que eu sentarei em frente a outro computador e clicarei em questões avulsas, tendo certeza que eu poderei sair de lá um excelente jogador de futebol, tamanha a quantidade de "chutes", entre as diversas questões..
Reviro a casa em busca de um lugar ideal pra começar a leitura. Mesas lá fora, nem pensar. Eu não ia conseguir me concentrar. Sento no sofá da sala, mas aquela capa vermelha, somada à temperatura, só me faz querer largar os textos. Sento no chão, pois o calor é insuportável. Começo a ler, mas me sinto desconfortável. Volto pro sofá, mas abro a parte debaixo da porta, para que o máximo de vento possa entrar, refrescando o ambiente.
Funcionou, até demais. Ventando o suficiente pra dar aquele soniiiiinho.. Tento me concentrar, mas tá cada vez mais difícil. Vou na cozinha, pego alguma coisa pra comer, bebo uma água (não sou fã de café). Vou até o banheiro, jogo uma água no rosto. Volto pra sala. O texto olha pra mim, como quem disesse "Você acha mesmo que vai conseguir ler-me até o final do dia? hahaha, bobinho!"
Meu corpo começa a escorregar pelo sofá, meio que involuntariamente, já estou quase deitado. O vento bate no meu cabelo e os olhos vão fechando aos poucos. Abro os olhos ao ouvir conversas. Preciso me concentrar na matéria. As letras começam a dançar, numa "balada literária" que me adormece novamente. Pra piorar, em alguma casa da rua tá tocando uma canção de ninar.. PQP! Nesse jogo de abrir e fechar os olhos, sou despertado pelos fogos de artifício provenientes da comemoração antecipada do Fluminense. Ainda falta tempo pro jogo começar. São aproximadamente 16:30 (parei de olhar o relógio, pra não me desconcentrar).
Chego à conclusão de que essa matéria não quer MESMO entrar na minha cabeça. Leio o que eu puder nos próximos dias. Na quarta-feira, seja o que Deus quiser. E que ele não queira que eu seja reprovado nessa disciplina.
Vou pro computador, escrever um post.. e ver o jogo do Flu. Boa sorte pra nós! (yn)
Pego a matéria impressa, que está dividida em 4 partes, e planejo ler uma a cada dia, até o dia da prova. O dia em que eu sentarei em frente a outro computador e clicarei em questões avulsas, tendo certeza que eu poderei sair de lá um excelente jogador de futebol, tamanha a quantidade de "chutes", entre as diversas questões..
Reviro a casa em busca de um lugar ideal pra começar a leitura. Mesas lá fora, nem pensar. Eu não ia conseguir me concentrar. Sento no sofá da sala, mas aquela capa vermelha, somada à temperatura, só me faz querer largar os textos. Sento no chão, pois o calor é insuportável. Começo a ler, mas me sinto desconfortável. Volto pro sofá, mas abro a parte debaixo da porta, para que o máximo de vento possa entrar, refrescando o ambiente.
Funcionou, até demais. Ventando o suficiente pra dar aquele soniiiiinho.. Tento me concentrar, mas tá cada vez mais difícil. Vou na cozinha, pego alguma coisa pra comer, bebo uma água (não sou fã de café). Vou até o banheiro, jogo uma água no rosto. Volto pra sala. O texto olha pra mim, como quem disesse "Você acha mesmo que vai conseguir ler-me até o final do dia? hahaha, bobinho!"
Meu corpo começa a escorregar pelo sofá, meio que involuntariamente, já estou quase deitado. O vento bate no meu cabelo e os olhos vão fechando aos poucos. Abro os olhos ao ouvir conversas. Preciso me concentrar na matéria. As letras começam a dançar, numa "balada literária" que me adormece novamente. Pra piorar, em alguma casa da rua tá tocando uma canção de ninar.. PQP! Nesse jogo de abrir e fechar os olhos, sou despertado pelos fogos de artifício provenientes da comemoração antecipada do Fluminense. Ainda falta tempo pro jogo começar. São aproximadamente 16:30 (parei de olhar o relógio, pra não me desconcentrar).
Chego à conclusão de que essa matéria não quer MESMO entrar na minha cabeça. Leio o que eu puder nos próximos dias. Na quarta-feira, seja o que Deus quiser. E que ele não queira que eu seja reprovado nessa disciplina.
Vou pro computador, escrever um post.. e ver o jogo do Flu. Boa sorte pra nós! (yn)
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Um passo
Estou a um passo de descobrir que tudo que eu fiz valeu, sim, a pena.
A um passo de perceber que aprendemos com nossos erros,
e que mesmo que erremos mais, mereceremos uma segunda chance.
A um passo de deixar de lado todas as angústias e medos do passado.
A um passo de me encantar com um mundo que eu pensei não existir.
A um passo de arrumar minhas malas e voltar no meio do caminho, pra lhe deixar uma recordação, e pedir de volta quando eu retornar.
A um passo de me apaixonar novamente e de, mais uma vez, abandonar até a mim mesmo,
e depois perceber que EU sou mais importante que isso tudo,
que eu tenho sempre que me colocar em primeiro lugar.
Um passo é muita coisa, pode significar uma vida inteira...
Uma nova paixão, um novo sonho, um novo rumo...
Estou a um passo de chegar até você.
A um passo de perceber que aprendemos com nossos erros,
e que mesmo que erremos mais, mereceremos uma segunda chance.
A um passo de deixar de lado todas as angústias e medos do passado.
A um passo de me encantar com um mundo que eu pensei não existir.
A um passo de arrumar minhas malas e voltar no meio do caminho, pra lhe deixar uma recordação, e pedir de volta quando eu retornar.
A um passo de me apaixonar novamente e de, mais uma vez, abandonar até a mim mesmo,
e depois perceber que EU sou mais importante que isso tudo,
que eu tenho sempre que me colocar em primeiro lugar.
Um passo é muita coisa, pode significar uma vida inteira...
Uma nova paixão, um novo sonho, um novo rumo...
Estou a um passo de chegar até você.
(Bruno Souza)
domingo, 21 de novembro de 2010
Chorar pra quê?
Você não vai chorar
Você pode entender
Que eu não vou mais te ver
Por enquanto
Sorria e saiba o que eu sei
Eu te amo"
("Dessa vez", Nando Reis) ♪
sábado, 20 de novembro de 2010
NÃO, afinal
Breno tinha se acostumado a viver sozinho. A vida não lhe dava tantas oportunidades amorosas, como esperava. Se relacionou poucas vezes. Tinha a "mania" de amar e não ser correspondido. Foi assim com Diana, Amanda e Julia. Aliás, Julia foi sua referência de "perfeição" por muito tempo. Mas foi desprezado por ela. Ela dizia apenas "Ah, que isso, Breno? Somos apenas amigos".
- Odeio a expressão "apenas amigos", com todas as minhas forças.
Saía do colégio, onde estudavam. Agora começaria uma nova fase. Entra num pré-vestibular de um bairro próximo e, pra sua surpresa, ele e Julia voltam a ser colegas de turma. O destino é mesmo irônico. Conheceu Alex, que seria um grande amigo seu por muito tempo. Sim, antes que ele se apaixonasse por Julia. Breno, aliás, sabia que não tinha chance quase nenhuma com ela, mas se iludia, ainda tinha esperanças. Ok, Esse nosso novo amigo chamava a atenção dela. Era mais bonito que ele, sem dúvida. E isso o chateava bastante. Eram opostos que se davam bem e faziam aniversário no mesmo dia. Breno resolveu confiar em si mesmo e esquecer Julia de vez. As aulas no cursinho o fizeram despertar sua atenção na hora das provas. Ao fim do ano, conseguiu um emprego temporário. Quando saiu, descobriu que tinha conseguido a tão esperada bolsa na universidade. Uma nova vida estaria por vir.
Nas primeiras semanas na faculdade, conhece Nadia e se encanta com sua beleza e com seu jeito de ser. Ela estava envolvida com outro garoto, Thales, iniciando uma relação. Ok, Breno, tente não gostar tanto dela, por favor. Tarde demais.. ah, mas não sei se é bem um sentimento grande que sentia por ela, talvez fosse só amizade mesmo, e percebeu que estava certo quando começou a conviver mais com Sabrina, sua colega de faculdade. Breno sentia cada vez mais falta dela, quando não estavam juntos. Estava se encantando com ela aos poucos. Nesse meio tempo, pra não se iludir tanto, investiu em outros relacionamentos, e levou um susto: quase se tornou pai. Sabrina, sua amiga fiel, sabia dessa história. Ela estava muito feliz com seu namorado, Rodrigo.
Breno tinha uma grande consideração por Sabrina, isso estava bem claro. Já ela, nem sempre lhe falava muito sobre sua vida. Descobriu o fim de seu namoro um mês depois do término. Aiai, Breno, sempre o último a saber. Os colegas de bar comentavam, eles percebiam que o sentimento dele por Sabrina era grande, e não se limitava apenas a uma amizade. Pra todos os lugares eles tinham a condição "Só vou se você também for".
Foi numa comemoração de fim de ano que, semi-bêbado, Breno aproveitou a formação de novos casais pra tentar algo a mais com sua amada, mas tudo que ouviu foi um simples e claro "NÃO." Expressões como "nada a ver" e "somos só amigos" acompanharam a resposta negativa.
- Já falei que odeio a expressão "apenas amigos"?
Então, daquele dia, fora o toco, ele não se lembra de muita coisa.. Ele tava triste, desiludido, e curtiu sua "fossa", sentado a uma mesa, com copos de cervejas e vinhos como companhia, enquanto via a investida de outros colegas com a garota em questão. Na volta pra casa, resolveu esquecê-la. Ficou um bom tempo sem nem pronunciar seu nome. Mas o fim de ano estava ali, e com ele, as reconciliações. Ele descobriu que ela tinha voltado com seu ex, na época da investida. Mas agora eles tinham terminado, de novo. Breno não parou com as indiretas, permaneceu com elas por um bom tempo, mesmo sabendo que podia não conseguir nada com elas.
No ano seguinte, Breno, que falava pouco com seu colega Sérgio, o chamou para a conversa, para não deixá-lo tão isolado. Nos próximos dias, Sabrina também o chamaria. Breno, Sabrina, Nadia e Sérgio se tornariam amigos inseparáveis nos próximos meses. Momentos especiais e milhares de fotos que no fim do ano gerariam um slideshow de 16 minutos com hits mixados.
Chegam enfim ao antepenúltimo período da faculdade. Nadia, que havia trocado de turno, volta ao mesmo turno que os amigos. Programas como cinema estavam sempre no toplist de Breno, mesmo quando não tinha companhia. Então ele reparou que nunca havia ido sozinho ao cinema com Sabrina. Já Sérgio havia ido uma vez. Ah, mas eles são só amigos. Aliás, Breno desconfiava seriamente da sexualidade de Sérgio. Pelo menos bi ele deve ser. Menos risco? Talvez. Breno sempre os convidava para os programas. Festas, filmes em casa, cinema, e até um passeio na orla de uma praia, próxima aos hospedados atores internacionais, que vieram à sua cidade pra gravar o 5º de uma série de filmes de ação. A cada 10 convites, só 2 eram aceitos. E ele sempre decidia se virar sozinho, mas achava sem graça fazer tudo sem ninguém. Exceto o cinema - Mesmo sem companhia, lá estava ele.
E então, o inusitado acontece. Sabrina e Sérgio iniciam um "namoro fake". Uma brincadeirinha de amigos. Só andavam de mãos dadas e trocavam declarações online. Ele vivia comentando o cabelo e a roupa dela. Namorado ou personal stylist?
Foram ao cinema, só os dois, mais uma vez. Sim, isso após recusar o convite de Breno. O "Ah, sozinha com o Breno não tem graça, mas com o Sérgio tudo tem" estava estampado em sua testa. Mesmo que desmentisse os fatos, estava tudo bem claro. Eles estavam cada vez mais próximos. E então, numa critica online ao namoro fake, vem um reply revelador que dizia "Você não sabe de nada", acompanhado de "cof" que o deixara completamente irritado.
Jokes become realities. And this is not so good. It could have been before but NOT THIS TIME.
Ok, Breno tinha, sim, se relacionado com outras garotas nesse meio tempo. Tinha se "apaixonadecepcionado" algumas vezes. Garotas de outros estados, outras cidades, outros bairros e até do próprio bairro onde mora. Loiras, morenas, ruivas, cabelos coloridos, quilos a mais, a menos e até lésbicas cruzaram seu caminho, algumas despertando bastante, bas-tan-te interesse. Mas aquilo que parecia um simples "cof", fez a verdade vir à tona: Breno ainda estava apaixonado por Sabrina. Ele se lembra de uma festa de Halloween em que um garoto demonstrou interesse por ela e ele disse a si mesmo "Se ela ficar com ele, eu vou embora. Não aguentarei ver essa cena." A melhor amiga de Sabrina reparou a forma como Breno olhava para sua amiga, cabia mais que amizade ali, era só ela querer. E Sabrina não enxergava Breno quase gritando "Eu tô aqui! Olha pra mim!". Até música especial ele pediu ao dj da festa. Tudo por Sabrina. Ele se lembra também quando, numa viagem a outro estado, ela ficou com um tal de Danilo, e se declarou apaixonada por ele. E também ficou com ciúmes de um amigo em comum, Roberto, quando percebia a troca de olhares entre eles. Mas nesse assunto, ele não se meteu. Até porque uma amiga dos dois, Bianca, já tinha demonstrado infantilidade o suficiente fazendo perguntas online anônimas para ela. Ele se encantou com Fabiana, seu amor virtual, conheceu Bruna, Renata.. mas isso é passado. E veio a Angélica. Aliás, Angélica, Alice, Alessandra... Breno adorava a letra A.
Além da mania de amar-sem-ser-amado, ele também tinha uma mania (muito sábia, por sinal) de se afastar de pessoas e lugares, quando percebe que não estará à vontade. Quando não faz isso, se arrepende - e muito! - por um bom tempo. Se afastou de Sabrina e Sérgio algumas vezes, por esse motivo, por se sentir isolado. Já que sua presença não era desejada em algumas situações, por que ele estaria lá? Fez isso e sente que, pra não sofrer demais, precisará fazer de novo.
- E sou obrigado a repetir que ODEIO a expressão "apenas amigos"! Não foi o que ela me disse da outra vez? Que por sermos amigos, não haveria chance? O que ela quer? Se relacionar com inimigos? E por que ela não repete a Sérgio o que ela me disse há 2 anos (que não vai ficar com ele porque são só amigos)? O que ela quer? Sou obrigado a repetir a pergunta que virou até série de televisão: AFINAL, O QUE QUEREM AS MULHERES? Breno não tem culpa de ter se apaixonado assim. E não suportaria ver os dois juntos. Sabrina com Sérgio? Não! Era demais pra ele. Assim como não suportaria vê-la com Roberto, por exemplo, um amigo que ele considerava muito. Por que a vida tem que te dar esses "puxões de tapete"?
Breno não sabe a resposta. Dias depois de ver a cena que não esperava ver de jeito nenhum, morreu sem ter seu amor correspondido ao menos uma vez.
Pobre Breno.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Morte ou vida?
Há um tempo já não se sentia mais à vontade com nada. Sua vida não fazia mais sentido. Entre ideias e desistências, foi levando a vida. Não da forma que queria, mas fazer o quê? Seus sonhos às vezes falavam mais alto, e isso lhe oferecia perigo, pois quanto maior o sonho, maior a queda durante uma decepção. A ilusão era sua fiel companheira. Apenas ela. Mais ninguém. Sua companhia no cinema, por sessões consecutivas, eram apenas os desconhecidos à sua volta. Ria sozinho, chorava sozinho, tinha que aprender a se virar sozinho. Sempre sozinho.
Naquela semana, seu mundo desmoronou. Brigou com as pessoas que mais ama. Sua vontade era de não existir mais. Largar tudo. Entre planos de suicídio, escreveu uma carta de despedida. Nela, alguns nomes de pessoas que significavam muito em sua vida. Talvez não fosse recíproco da parte de algumas pessoas da lista, mas isso não importava agora. Era mesmo seu fim.
Até que uma conversa lhe deixa confuso. Talvez ele não devesse desistir assim, mas ainda era uma dúvida.
Após mais uma sessão de cinema, solitário, acompanhado por poltronas vazias, se animava com o mundo que era mostrado à sua frente. Tudo poderia ser como num bom filme, mas não é. A comédia acaba e ele anda pelas ruas, voltando pra casa como se estivesse sem rumo. Já era noite, as ruas semi-desertas, pessoas estranhas ao redor. Sensação de déjà vu, um frio que fazia se arrepiar, mas era algo interno. O sinal fecha, e ele está pronto pra atravessar. É quando um carro parte em sua direção, mas freia a tempo de evitar uma tragédia. Não suficiente para matar, nem ao menos pra machucar. Só recebera algumas marcas vermelhas no joelho e abaixo dele, marcas roxas ao redor dos ossos da cintura, e uma leve dor no pulso direito, por se apoiar sobre o capô durante o acidente. Com leve dificuldade ao andar, chegou em casa e não contou a ninguém. Escondeu por um dia inteiro.
Ao revelar o ocorrido, recebeu o apoio de pessoas que nem imaginava. De algumas, recebeu exatamente o que esperava, e não era bom. A preocupação recíproca e o desabafo com sua irmã o fizeram relaxar. Amanhã é um novo dia.
E foi realmente o que aconteceu. Ele nem esperava que um trabalho de faculdade o distrairia tanto. Estava feliz por algum tempo, um sorriso inesperado apareceu em seu rosto. Seu senso de humor dava sinal de vida. A música alta fazia seu corpo mexer aos poucos. Estava novamente se animando com algo.
Decidiu viver.
Naquela semana, seu mundo desmoronou. Brigou com as pessoas que mais ama. Sua vontade era de não existir mais. Largar tudo. Entre planos de suicídio, escreveu uma carta de despedida. Nela, alguns nomes de pessoas que significavam muito em sua vida. Talvez não fosse recíproco da parte de algumas pessoas da lista, mas isso não importava agora. Era mesmo seu fim.
"Waiting for the end to come
Wishing I had strength to stand
This is not what I had planned
It's out of my control"
Até que uma conversa lhe deixa confuso. Talvez ele não devesse desistir assim, mas ainda era uma dúvida.
Após mais uma sessão de cinema, solitário, acompanhado por poltronas vazias, se animava com o mundo que era mostrado à sua frente. Tudo poderia ser como num bom filme, mas não é. A comédia acaba e ele anda pelas ruas, voltando pra casa como se estivesse sem rumo. Já era noite, as ruas semi-desertas, pessoas estranhas ao redor. Sensação de déjà vu, um frio que fazia se arrepiar, mas era algo interno. O sinal fecha, e ele está pronto pra atravessar. É quando um carro parte em sua direção, mas freia a tempo de evitar uma tragédia. Não suficiente para matar, nem ao menos pra machucar. Só recebera algumas marcas vermelhas no joelho e abaixo dele, marcas roxas ao redor dos ossos da cintura, e uma leve dor no pulso direito, por se apoiar sobre o capô durante o acidente. Com leve dificuldade ao andar, chegou em casa e não contou a ninguém. Escondeu por um dia inteiro.
Ao revelar o ocorrido, recebeu o apoio de pessoas que nem imaginava. De algumas, recebeu exatamente o que esperava, e não era bom. A preocupação recíproca e o desabafo com sua irmã o fizeram relaxar. Amanhã é um novo dia.
E foi realmente o que aconteceu. Ele nem esperava que um trabalho de faculdade o distrairia tanto. Estava feliz por algum tempo, um sorriso inesperado apareceu em seu rosto. Seu senso de humor dava sinal de vida. A música alta fazia seu corpo mexer aos poucos. Estava novamente se animando com algo.
Decidiu viver.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Cores
colors, colors, colors...
Ontem eu quase fui à Parada Gay. Não fui, apenas por não gostar de lugares onde a multidão é tão significativa.
Antes que me perguntem, não sou homossexual. Mas respeito a opção de cada um. Tenho muitos amigos gays, alguns deles meus melhores amigos. E tenho muito orgulho deles, pois são amigos especiais, pessoas que eu sei que posso confiar. Há respeito de ambas as partes. E é basicamente isso que tem que construir uma amizade: confiança e respeito. Cansei de amigos que só querem saber de "zoar". Tranquilo, é legal, a gente se diverte. Mas onde é que entra a palavra AMIZADE nessa conversa? Gosto de provas, às vezes o tempo todo. Amigos são amigos, "parceiros de zoação" não.
Mas deixemos de lado o assunto "orientação sexual" e "amigos verdadeiros ou não".
O foco desse post não é esse.
Quando disse em casa que ia pra Parada gay, minha mãe logo arregalou os olhos e me fez várias perguntas. O assunto criou polêmica aqui em casa. Não sei se ela é a pessoa mais preconceituosa do mundo, mas está bem perto. E então ela disse algo que me chamou a atenção: "Deus fez o homem e a mulher! Não quero filho 'bixa' em casa. Quero ter nora, quero ter netos..."
Confesso que ri na hora. Calma mãe, você terá nora e netos! Mas não é tão fácil achar alguém.
É aí que entra a pergunta: Existe a mulher ideal?
Conheci várias, dormi com algumas e ainda não obtive essa resposta. Bom, a palavra "ideal" já significa algo que é impossível, que existe só na "ideia". Temos que viver o real.
Sim, o REAL, pois não confio tanto mais nos "amores virtuais". Me decepcionei muito com isso, e decidi parar de uma vez por todas.
E você acredita que, durante esse tempo, eu vi mulheres que escreviam em seus perfis online: "Quero um namorado. Alguém se candidata?". Quer dizer, pra essa pessoa tanto faz quem queira se candidatar, ela só não pode ficar sem alguém. É isso? Que desespero é esse?
No meu tempo, e eu nem sou tão velho assim, tinha que existir uma boa relação, pra existir algo próximo a um namoro.
Existe amor hoje em dia? Eu começo a desconfiar que não. Recebi recentemente propostas de namoro de pessoas que eu nem conhecia direito. Ficar? Beijar? Beleza, mas pra um namoro é preciso mais que isso. Confiar, desejar, amar, é difícil, porém necessário. Tá, eu sei, nunca postei algo tão sentimental, talvez até já tenha dito, mas é que eu realmente não entendo.
Se existe "carametade", "alma gêmea", "um chinelo velho pra um pé cansado", a "tampa da panela", a "metade da laranja"? Talvez. Se existir mesmo, pra que procurar tanto, e de formas tão banais? Vamos dar valor aos sentimentos! Sim, eu dou valor aos sentimentos, embora eu não acredite nas pessoas tanto quanto antes, devido aos "tombos" que levei nessa vida. E aquelas que eu "peguei", "fiquei".. nos damos bem, somos como "amigos". Sim, amizade "colorida", rs. Nada que tenha evoluido pra algo sério. Aliás, só namorei sério 2 vezes em toda minha vida! =O Verdade, o cupido não tem sido tão gentil comigo, rs. E quando acho que encontrei alguém, não sou correspondido. Ou sou, aparentemente correspondido, mas depois vejo que tudo não passou de ilusão. Decido então, mais uma vez, tentar "curtir" a vida sem me prender a ninguém.
Mas quero, sim, conhecer uma mulher que me faça feliz, que eu ame, deseje, e que seja recíproco. Casar, ter filhos... claro!
Enquanto isso continuo nas amizades coloridas, rs..
colors, colors, colors...
Ontem eu quase fui à Parada Gay. Não fui, apenas por não gostar de lugares onde a multidão é tão significativa.
Antes que me perguntem, não sou homossexual. Mas respeito a opção de cada um. Tenho muitos amigos gays, alguns deles meus melhores amigos. E tenho muito orgulho deles, pois são amigos especiais, pessoas que eu sei que posso confiar. Há respeito de ambas as partes. E é basicamente isso que tem que construir uma amizade: confiança e respeito. Cansei de amigos que só querem saber de "zoar". Tranquilo, é legal, a gente se diverte. Mas onde é que entra a palavra AMIZADE nessa conversa? Gosto de provas, às vezes o tempo todo. Amigos são amigos, "parceiros de zoação" não.
Mas deixemos de lado o assunto "orientação sexual" e "amigos verdadeiros ou não".
O foco desse post não é esse.
Quando disse em casa que ia pra Parada gay, minha mãe logo arregalou os olhos e me fez várias perguntas. O assunto criou polêmica aqui em casa. Não sei se ela é a pessoa mais preconceituosa do mundo, mas está bem perto. E então ela disse algo que me chamou a atenção: "Deus fez o homem e a mulher! Não quero filho 'bixa' em casa. Quero ter nora, quero ter netos..."
Confesso que ri na hora. Calma mãe, você terá nora e netos! Mas não é tão fácil achar alguém.
É aí que entra a pergunta: Existe a mulher ideal?
Conheci várias, dormi com algumas e ainda não obtive essa resposta. Bom, a palavra "ideal" já significa algo que é impossível, que existe só na "ideia". Temos que viver o real.
Sim, o REAL, pois não confio tanto mais nos "amores virtuais". Me decepcionei muito com isso, e decidi parar de uma vez por todas.
E você acredita que, durante esse tempo, eu vi mulheres que escreviam em seus perfis online: "Quero um namorado. Alguém se candidata?". Quer dizer, pra essa pessoa tanto faz quem queira se candidatar, ela só não pode ficar sem alguém. É isso? Que desespero é esse?
No meu tempo, e eu nem sou tão velho assim, tinha que existir uma boa relação, pra existir algo próximo a um namoro.
Existe amor hoje em dia? Eu começo a desconfiar que não. Recebi recentemente propostas de namoro de pessoas que eu nem conhecia direito. Ficar? Beijar? Beleza, mas pra um namoro é preciso mais que isso. Confiar, desejar, amar, é difícil, porém necessário. Tá, eu sei, nunca postei algo tão sentimental, talvez até já tenha dito, mas é que eu realmente não entendo.
Se existe "carametade", "alma gêmea", "um chinelo velho pra um pé cansado", a "tampa da panela", a "metade da laranja"? Talvez. Se existir mesmo, pra que procurar tanto, e de formas tão banais? Vamos dar valor aos sentimentos! Sim, eu dou valor aos sentimentos, embora eu não acredite nas pessoas tanto quanto antes, devido aos "tombos" que levei nessa vida. E aquelas que eu "peguei", "fiquei".. nos damos bem, somos como "amigos". Sim, amizade "colorida", rs. Nada que tenha evoluido pra algo sério. Aliás, só namorei sério 2 vezes em toda minha vida! =O Verdade, o cupido não tem sido tão gentil comigo, rs. E quando acho que encontrei alguém, não sou correspondido. Ou sou, aparentemente correspondido, mas depois vejo que tudo não passou de ilusão. Decido então, mais uma vez, tentar "curtir" a vida sem me prender a ninguém.
Mas quero, sim, conhecer uma mulher que me faça feliz, que eu ame, deseje, e que seja recíproco. Casar, ter filhos... claro!
Enquanto isso continuo nas amizades coloridas, rs..
colors, colors, colors...
Assinar:
Postagens (Atom)































